URI | Santo Ângelo

Desafio do 1º Hackathon URI/FormaSete é vencido pela equipe “ACEQ”

20 de agosto de 2019

 

O final de semana de 16 a 18 manteve concentradas no TecnoURI, as nove equipes que competiram no 1º Hackathon URI Santo Ângelo/FormaSete – uma maratona de pesquisas e propostas a partir da demanda apresentada pela empresa Forma Sete: soluções para utilizar, via conversão, resíduos industriais.

O desafio aos universitários fora lançado durante a Fenamilho, a partir de parceria entre a URI Santo Ângeloe a empresa FormaSete, fabricante de móveis.

Os projetos se desenvolveram com o acompanhamento do diretor da FormaSete Clóvis Roberto Pizzoni Junior, do gerente Vinícius Marques Píffero, do gestor do TecnoURI Rômulo Madrid de Mello e de professores da URI.

No domingo, cada equipe apresentou seu projeto para a Comissão Avaliadora, que esteve integrada pelos diretores da URI Santo Ângelo Berenice Rossner Wbatuba (Administrativa), Marcelo Stracke (Acadêmico), empresários Clóvis Pizzoni Junior e Vinícius Píffero (FormaSete), professor Carlos Oberdan Rolim (gestor da Incubadora/URI) e o secretário municipal de Indústria e Comércio João Baptista Santos da Silva.

PREMIAÇÃO

As três equipes classificadas receberão monitoria na URI Santo Ângelo junto ao TecnoURI Missões e URINOVA, respectivamente pelos próximos 24 meses (1º lugar), 12 meses (2º lugar) e seis meses (3º lugar) para que viabilizem os projetos apresentados.

O 1º lugar coube à equipe “ACEQ”, integrada por Amanda Bruckmann, Amanda Calegaro Zanuso, Betina Beatriz Hammes Ostapiuck, Caroline Engelmann, Danieli Emmel Becker e Thaís Thume, dos cursos de Ciências Contábeis, Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Química. Com o problema do descarte de resíduo de MDF proposto e pensando em um apelo sustentável, o grupo propôs uma política de troca: desenvolveu coletores seletivos de lixo, onde além de ter o resíduo em sua composição, serve para recolher lixo, outro problema ambiental enfrentado nos dias de hoje e as lixeiras podem ser recicladas ao fim de sua vida útil.

O 2º lugar ficou com a equipe “7ven”, integrada por Cristian Rodrigo Steffens, Eduardo Snitowski Ferreira, Flavia Stephanie Wentz, Gabriel da Rocha Lutchemeyer, Gabriele Dornelles Ávila e Gustavo de Souza Ehlert, dos cursos de Ciência da Computação, Engenharias Elétrica, Química e Mecânica. A proposta de solução consistiu na reutilização do resíduo de MDF usado na fabricação de móveis para gerar um produto rentável, com produção viável em escala, não se limitando à produção manual ou artesanal. O produto deve ser feito a partir do desenvolvimento de um processo de fabricação para revestimentos de parede tridimensionais, focando na facilidade de instalação, valor competitivo e na criação de um produto sustentável.

O 3º lugar ficou com a equipe “6 Ohms e 1 segredo”, integrada por Caroline Knapp Cavalini, Jéssica Zirr, Leandro de Queiroz Zorzo, Morghan Gervasio da Silva, Pedro Henrique Quatrin Stringhini e Wellinton Barbosa Diniz. Considerando que o problema apresentado era encontrar um caminho para o pó do MDF e as peças menores que 30X30cm, o grupo optou por transformar tudo em pó e formar um compósito com gesso. O pó serviria de matéria-prima para criar placas de gesso cartonado, destinado sobretudo, ao mercado de construção civil, reduzindo custos e gerando facilidade de manuseio e aplicação, além de gerar lucro e evitar o descarte inadequado do resíduo.