Futuros engenheiros agrônomos da URI levam conhecimento a diferentes regiões do Brasil

1 de outubro de 2025

 

Os acadêmicos do curso de Agronomia da URI, que colarão grau em março de 2026, já estão ganhando destaque em seus estágios, em várias regiões do Brasil. Sob a supervisão da professora coordenadora Giselda Ghisleni, esses futuros engenheiros agrônomos estão aplicando os conhecimentos adquiridos em sala de aula em empresas da região das Missões, além de municípios de outros estados como Bahia, Mato Grosso e Piauí, mostrando a abrangência e qualidade da formação oferecida pela universidade.

Segundo Giselda, o desempenho dos alunos reflete o preparo e a competência que o curso imprime em seus egressos. “Nós habilitamos nossos acadêmicos para enfrentar os grandes desafios do mercado, tanto na produção agrícola, quanto na área de pesquisa. Estes estágios reforçam que nossos alunos estão preparados para atuar em um setor tão estratégico como o agronegócio”, destacou.

O acadêmico Lorenzo Cauã Pereira é um exemplo desse sucesso. Ele está realizando seu estágio em uma fazenda localizada em São Desidério, na Bahia. Segundo Lorenzo, a trajetória até esse estágio foi marcada pela dedicação ao longo da graduação, sempre buscando aplicar os conhecimentos adquiridos.

“Meu estágio tem sido uma oportunidade incrível, onde acompanho de perto o dia a dia do setor agrícola. Participo de atividades como manejo de culturas, acompanhamento de lavouras e uso de tecnologias para aumentar a produtividade. Essa vivência está sendo essencial para desenvolver novas habilidades e ampliar minha visão sobre a profissão”, explicou Lorenzo.

Para o futuro, ele almeja dedicar-se ao desenvolvimento sustentável da agricultura e unir eficiência produtiva à inovação.

Outro exemplo é Leonardo Camargo Oliveira, que realiza seu estágio na empresa KSB Agribusiness, em Itanhangá, Mato Grosso. Ele trabalha em várias frentes no setor agrícola, desde o acompanhamento de vendedores em propriedades rurais e entrega de insumos, até atividades técnicas como a amostragem de solo e sementes, além da análise de germinação.

Leonardo destaca que o teste de sementes é uma das etapas mais importantes do processo: “Uma semente de alta qualidade e com elevado percentual de germinação é fundamental para garantir um alto teto produtivo. Durante o estágio, eu processo amostras de diferentes lotes e realizo testes de vigor germinativo. Quando os resultados indicam problemas, encaminhamos as sementes para laboratório e buscamos alternativas para solucionar a questão.”

Seu trabalho exemplifica a complexidade e a responsabilidade técnica envolvidas no agronegócio moderno.

Já a acadêmica Raíssa dos Santos Braga prepara-se para uma experiência transformadora no município de Santa Filomena, no Piauí, onde atuará na fazenda Paranaguá, que pertence à SLC Agrícola, com impressionantes 25.600 hectares de área cultivada.

Após passar por um rigoroso processo seletivo, Raíssa destacou-se por sua formação e desempenho em entrevista. A partir do dia 13 de outubro, ela iniciará um estágio com duração de seis meses e morará no alojamento da própria fazenda.

“Este será um grande desafio e a realização de um sonho. Vou conhecer outra realidade cultural e agrícola, algo que o curso de Agronomia da URI tornou possível. Pretendo aproveitar ao máximo esta oportunidade para crescer pessoal e profissionalmente,” comentou a estudante.

Durante o estágio, Raíssa trabalhará em pesquisas voltadas para o comportamento das culturas agrícolas quanto à nutrição, controle de pragas e doenças, plantas daninhas, genótipos hídricos e coberturas vegetais do solo, com foco em culturas como sorgo, milho e feijão.

Os estágios dos acadêmicos demonstram como o curso de Agronomia da URI prepara profissionais para os desafios e demandas do mercado nacional e até internacional. Com acesso a experiências práticas e formações modernas, os estudantes não só consolidam seus conhecimentos, como também contribuem diretamente para o desenvolvimento do agronegócio e para a pesquisa em diferentes regiões do Brasil.

Cada vivência de estágio, seja no Rio Grande do Sul, na Bahia, no Mato Grosso ou no Piauí, reforça a qualidade do ensino da URI e a capacidade de seus alunos de atuar com excelência e inovação no setor agrícola. Um futuro promissor para a próxima geração de engenheiros agrônomos.