Revista Interdisciplinar em Ciências da Saúde e Biológicas https://san.uri.br/revistas/index.php/ricsb <p>A Revista Interdisciplinar em Ciências da Saúde e Biológicas (RICSB), <strong>classificada como B2 pelo Qualis Periódicos da CAPES</strong>, tem como finalidade a publicação de pesquisas que apresentem contribuições originais relacionadas a ciências da saúde, biológicas e áreas afins, tendo como temas relacionados às políticas públicas, ambientes saudáveis, capacitação comunitária, desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas e reorientação de serviços de saúde.</p> Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões pt-BR Revista Interdisciplinar em Ciências da Saúde e Biológicas 2594-7877 INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA https://san.uri.br/revistas/index.php/ricsb/article/view/1708 <p>Introdução. A atividade farmacêutica, inicialmente vinculada às boticas, evoluiu com a industrialização. Essa mudança redefiniu o papel do farmacêutico no mundo, o foco atual é a excelência no atendimento, prevenindo erros e promovendo o uso racional de medicamentos. Assim, a farmácia clínica ganha destaque ao contribuir para a qualidade no cuidado à saúde. Objetivo. O presente estudo tem como objetivo descrever intervenções realizadas pelo profissional farmacêutico e suas relevâncias no âmbito hospitalar. Metodologia. Trata-se de uma revisão da literatura, buscando conhecer a importância de se realizar estudos sobre erros de prescrição, como a monitorização do sistema de prescrição, tanto em relação à segurança terapêutica, quanto aos gastos em hospitalização. Resultados e discussões. O processo de seleção estudos resultou em 8 artigos incluídos para a revisão. As principais intervenções realizadas foram em relação a erros de dose com 73%, duplicidade terapêutica com 15%, erros de prescrição com 5%, via de administração incorreta com 3% e horário. Conclusões. É notável a melhoria nos hospitais à medida que o farmacêutico foi integrado à equipe multiprofissional, ele passa a assumir um papel relevante na redução dos problemas relacionados aos medicamentos e na melhoria da qualidade das prescrições médicas. A intervenção farmacêutica é necessária para desfechos positivos. </p> Luzia Perassolo Eduarda Janaina Bajerski Keli Jaqueline Staudt Copyright (c) 2025 Luzia Perassolo, Eduarda Janaina Bajerski, Keli Jaqueline Staudt https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2025-03-29 2025-03-29 9 1 43 57 10.31512/ricsb.v9i1.1708 ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NA PREVENÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS https://san.uri.br/revistas/index.php/ricsb/article/view/1993 <p><strong>RESUMO</strong></p> <p><strong>Objetivo:</strong> Apresentar condutas e recursos fisioterapêuticos que auxiliam na prevenção de quedas em idosos. <strong>Métodos:</strong> Revisão integrativa da literatura sobre a importância da Fisioterapia na prevenção de quedas em idosos baseando-se em livros, revistas e artigos científicos. O tema norteador desse trabalho foi <em>como a fisioterapia pode atuar na prevenção de quedas em idosos</em>? A busca de artigos foi realizada nas plataformas digitais Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO), e PubMed, por meio de combinações entre palavras e descritores sobre: fisioterapia, prevenção de quedas e idosos. <strong>Resultados: </strong>Inicialmente foram encontrados 508 estudos sobre o tema, mas somente 7 foram incluídos no estudo. Após a análise dos artigos na íntegra, verificou-se que os riscos de quedas aumentam gradativamente com a idade e que a fisioterapia contribui para prevenção de quedas por meio de protocolos de exercícios específicos. <strong>Conclusão</strong>: A atuação da Fisioterapia na prevenção de quedas em idosos é de extrema importância e tem se mostrado cada vez mais eficiente na qualidade de vida do mesmo, evitando diversos problemas futuros, permitindo que o idoso se sinta mais confiante para realização de suas atividades de vida diária.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Prevenção de quedas, Idoso, Fisioterapia.</p> Mario Bertochi Giovana Maria de Carvalho Santos Rosana Nogueira Fernandes Adalgiso Coscrato Cardozo Mauro Gonçalves Copyright (c) 2025 Mario Bertochi, Giovana Maria de Carvalho Santos, Rosana Nogueira Fernandes, Adalgiso Coscrato Cardozo, Mauro Gonçalves https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2025-03-29 2025-03-29 9 1 31 42 10.31512/ricsb.v9i1.1993 AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DO EXTRATO DE TABERNAEMONTANA CATHARINENSIS FRENTE A STAPHYLOCOCCUS AUREUS E ESCHERICHIA COLI https://san.uri.br/revistas/index.php/ricsb/article/view/1840 <p>O trabalho objetivou realizar a avaliação da atividade antimicrobiana <em>in vitro</em> do extrato de <em>Tabernaemontana catharinensis</em> em cepas de <em>Staphylococcus aureus</em> e <em>Escherichia coli </em>e identificar metabólitos secundários presentes na planta. A avaliação do extrato bruto realizou-se em concentrações entre 1.000.000 µg/mL e 0,5 µg/mL, realizando a técnica de microdiluição (CLSI), M07-A9 para bactérias e método de disco difusão, utilizando o teste de susceptibilidade antibacteriana. Em nosso estudo não encontramos atividade do extrato bruto frente as cepas de <em>Staphylococcus aureus </em>e<em> Escherichia coli</em> testadas, isso pode estar relacionado ao alto valor da concentração inibitória mínima encontrada que foi &gt; 1.000.000 µg/mL. Esse resultado também pode ter uma relação com a presença de compostos metabólicos diferentes, local e época de coletas, entretanto, não podemos estabelecer regras definitivas, devido à falta de estudos quantitativos. Verificou-se que o extrato bruto de <em>Tabernaemontana </em><em>catharinensis</em> não demonstrou efeitos antimicrobianos eficazes contra as cepas das bactérias <em>Staphylococcus aureus </em>e <em>Escherichia coli</em>. Portanto, é necessário investigar o efeito antimicrobiano produzido por outras partes da planta, testar outras concentrações e em diferentes extratos.</p> Geleane Link Keli Jaqueline Staudt Copyright (c) 2025 Geleane Link, Keli Jaqueline Staudt https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2025-03-29 2025-03-29 9 1 1 14 10.31512/ricsb.v9i1.1840 AVALIAÇÃO DO AUTOCUIDADO EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS NA CIDADE DE SANTA ROSA – RS https://san.uri.br/revistas/index.php/ricsb/article/view/1858 <p class="western" style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a adesão ao autocuidado farmacológico e não farmacológico por pacientes com diagnóstico de Diabetes </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><em>Mellitus</em></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> (DM), no município de Santa Rosa, RS. Trata-se de uma pesquisa de caráter observacional, exploratório e descritivo. A amostra do estudo foi composta de 55 pessoas com diagnóstico de DM em tratamento para a patologia na sua respectiva unidade de saúde (ESF) e que moravam na região de abrangência do município de Santa Rosa, RS. Foi feita uma entrevista para coleta de dados que abordava aspectos como o perfil dos participantes, características da doença, adesão ao tratamento medicamentoso e o autocuidado com os pés, dieta e exercício físico. Dentre os participantes, 51,0% (n=28) eram do sexo masculino e 49,0% (n=27) do sexo feminino. A maioria tem ensino fundamental incompleto (67,3%; n=37), 65,5 % (n=36) não fazem exercícios físicos e apenas 16,3% (n=9) seguem as instruções de um nutricionista, 85,5% (n=47) tomam seus medicamentos no horário receitado, porém 41,8% (n=23) relatam dificuldades relacionadas ao esquecimento, sendo que 29,1% (n=16) utilizam apenas metformina e 25,4% (n=14) raramente verificam a glicose através de glicosímetro. Ainda, 49,0% (n=27) fizeram exames em até 3 meses, 91,0% (n=50) não fumam, 76,3 (n=42) não utilizam bebidas alcoólicas e 72,7% (n=40) costumam examinar os pés. A partir dos resultados encontrados foi possível observar que a associação de todos os cuidados por diversas vezes acaba não acontecendo, mas sim práticas isoladas de autocuidado, o que pode afetar o controle glicêmico, e colaborar para as principais complicações da doença. </span></span></p> Flávia Suélen Dollis Karine Santos de Bona Libardoni Copyright (c) 2025 Flávia Suélen Dollis, Karine Santos de Bona Libardoni https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2025-03-29 2025-03-29 9 1 15 29 10.31512/ricsb.v9i1.1858