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Desenvolvido por: Núcleo de Inovação e Transferência Tecnológica 2026

Parque Científico e Tecnológico pode ser enquadrado em várias situações e contextos, por não suportar uma definição única ou definitiva, tampouco consensual ou absolutamente divergente.

Um PCT é uma aglomeração espacial e geograficamente definida, visando contribuir para o reforço da infraestrutura local e para o enriquecimento do capital social e institucional, oferecendo maior visibilidade, atratividade e trabalho em rede para fomentar a aplicação estratégias mais amplas no campo da pesquisa do desenvolvimento e do conhecimento. PCT é uma organização gerenciada por profissionais especializados, cujo objetivo principal é o de incrementar a geração de renda e riqueza na sua comunidade a partir da promoção da cultura da inovação e da competitividade das suas empresas e instituições baseadas no conhecimento, instaladas no parque ou associadas a ele. Também pode-se dizer que estimula e gerencia o fluxo de conhecimento e tecnologia entre Universidades, Instituições de P&D&I, empresas e mercados, impulsiona a criação e o crescimento de empresas inovadoras através de mecanismos de incubação (spin off) e proporciona outros serviços de valor agregado, juntamente com um espaço físico de qualidade em infraestrutura e equipamentos.

A URI vem trabalhando nesta caminhada sobre este assunto de ciência e tecnologia, desde 1989, quando iniciou sua trajetória com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do RS, participando de editais e submetendo projetos na área. Mais tarde, em 1992 com a formação dos conselhos de desenvolvimento do RS, tendo como objetivo principal a promoção do desenvolvimento regional harmônico e sustentável; a integração dos recursos e das ações do governo na região; a melhoria da qualidade de vida da população; a distribuição equitativa da riqueza produzida; o estímulo a permanência do homem na sua região; e a preservação e a recuperação do meio ambiente. o Governo começou a trabalhar para a criação dos Polos de Modernização Tecnológica, fazendo com que suas políticas e prioridades fossem definidas pelo Conselho Regional de Desenvolvimento (COREDE) e usou para isso, as demarcações das regiões, pelos seus COREDES, onde em 1995 a URI efetuou junto ao Estado e formalizou um protocolo de intenções, nas regiões onde atua, fazendo o credenciamento dos seus Polos (Missões, Médio Alto Uruguai, Norte e Vale do Jaguari), para atuar com projetos em diversas áreas do conhecimento, onde o Polo de Modernização Tecnológico das Missões, gerido pelo Campus de Santo Ângelo, poderia atuar nas áreas de Engenharia de Projetos e Produtos, Energia e Meio Ambiente; Processos de Informática Industrial, Diversificação Agropecuária e Qualidade Industrial. Assim, está num processo de estruturação e consolidação como agente de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica junto ao COREDE Missões. Tem como meta contribuir para o desenvolvimento da região das missões a partir do estímulo a atividades criativas e inovadoras, visando os desenvolvimentos científicos, tecnológico e social e o apoio à inovação a partir de parcerias estabelecidas entre as empresas e a Universidade. Além disso, visa popularizar o tema CT&I mostrando a sua importância na vida de cada cidadão e para o desenvolvimento do estado do Rio Grande do Sul.

Com o passar dos anos, os projetos foram criando corpo, fomos entrando em outras Instituições de Fomento, como FAPERGS, CAPES, CNPQ, FINEP e etc, e houve uma necessidade de criar um setor ou núcleo que fosse responsável pelo gerenciamento e acompanhamento dos projetos na URI. Assim, em 2008, através de um edital da antiga SCIT, conseguimos credenciar o nosso Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia – NITT. Hoje o NITT do Campus de Santo Ângelo é portanto, uma estratégia deliberada da universidade pela produção e transferência do conhecimento em prol do desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e sustentável da região. Sua missão e de fortalecer o relacionamento da URI, campus Santo Ângelo com a comunidade, envolvendo órgãos públicos, setor privado e demais organizações da sociedade civil, para proporcionar a criação de oportunidades de atividades de pesquisa e extensão, para difundir o desenvolvimento tecnológico da região. Tem como visão, ser referência na região das Missões na articulação através da pesquisa, a inovação, para desenvolvimento regional.

O NITT tem como objetivo gerir a política de inovação da URI para:

Diminuir evasão de profissionais qualificados na região das Missões para regiões Metropolitana, Serrana e outras regiões; melhorar a qualidade de vida da população regional produzindo conhecimento científicos, desenvolvendo tecnologias e gerando produtos e serviços; Formação de recursos humanos com ênfase em inovação tecnológica multidisciplinar; realizar rodadas de projetos para futura incubação.

O NITT, busca atender a comunidade da região das missões e suas demandas sociais. Criadores, pesquisadores da URI – Campus de Santo Ângelo ou ainda, obtentor de criação não inserida no setor empresarial. Atende-se, inventor independente, ou autor de criação e empresas que tenham como base sua PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação).

Continuando a caminhada, em 2010, iniciamos o processo de credenciamento dos PCT das Missões e Norte, para fazer parte do Programa Gaúcho de Parques Científicos e Tecnológicos estando inseridas nas ações do Programa RS Tecnópole, sendo uma região que se transforma para enfrentar os desafios da sociedade do conhecimento tendo, com fatores fundamentais, a educação e a capacidade de inovar.

Nesse sentido, o PROGRAMA RS TECNÓPOLE visa iluminar o RS através do desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação em todas as regiões do Estado, objetivando impulsionar os habitats de inovação, criar uma rede de parques tecnológicos, fomentar a cultura de inovação e promover o desenvolvimento regional.

O PROGRAMA RS TECNÓPOLE propõe-se articular com programas existentes de outras secretarias e instituições, bem como desenvolver novas ações com base nas diretrizes estratégicas do Estado e governo federal, e com as melhores práticas internacionais.

No decorrer deste processo, credenciamos em 2012, a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica – URINOVA, atendendo aos objetivos do Decreto 49.354/2012. A URINOVA tem a missão de viabilizar a criação e o desenvolvimento de novos negócios de Base Tecnológica e promover a difusão da cultura empreendedora e das tecnologias inovadoras oriundas do meio acadêmico, contribuindo para o desenvolvimento regional. Como visão: ser referência nas Missões como Incubadora de Empresas de Base Tecnológica e agente promotor da cultura empreendedora na comunidade acadêmica.

Desta forma pretende promover pequenas e médias empresas, orientadas a inovação, oferecendo a infraestrutura e o suporte na administração de seus negócios, com vistas ao crescimento das incubadas e ao fortalecimento econômico regional.

 

Em 2014, após 4 anos tramitando documentos com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado, o Campus de Santo Ângelo foi credenciado com o projeto de Implantação do Parque Científico e Tecnológico das Missões – TecnoURI Missões, atendendo todos os objetivos do Programa PGtec, previstos no Decreto 49.355/2012 e na Lei 13.196/2009.

O TecnoURI Missões, será gerido pela URI Campus de Santo Ângelo, através de um Regulamento e Regimento próprio, tendo como órgãos de governança, um comitê gestor – instancia máxima deliberativa, um conselho de parceiros e um comitê científico.

Objetivo Geral é implantar a estrutura física básica do TecnoURI Missões – Parque Científico e Tecnológico das Missões, a fim de contemplar os processos operacionais e de ações destinadas à disseminação da cultura de inovação junto à sua região de abrangência. Tem por missão, criar um ambiente de cooperação entre a iniciativa empreendedora e a comunidade acadêmica visando ao fortalecimento da capacidade de inovação, criação de riqueza e bem-estar da sociedade. E como visão, ser referência de parque científico e tecnológico que alia a inovação e a sinergia de seus atores na geração de conhecimento, tecnologia e desenvolvimento.

O TecnoURI Missões terá uma área inicial de 5ha, destinada pela URI para abrigar as instalações físicas, onde num primeiro momento será edificado a construção de um prédio de 1.273,45m², contendo uma recepção, auditório para até 300 pessoas, salas para abrigar as instalações do NITT, URINOVA, Polo de Modernização Tecnológica das Missões, empresa ancora e laboratórios e estacionamento em torno do prédio. Os investimentos iniciais deste projeto, contemplam recursos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia na ordem de R$ 1.574.070,51 para as obras, instalações, aquisição do mobiliário, equipamentos e outros materiais permanentes. A URI vai entrar com uma contrapartida de R$ 515.709,09, para efetuar as obras em torno do prédio e recursos humanos, sendo o total deste projeto de R$ 2.089.779,60.

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  • Quem Somos

Com o Objetivo de gerir a política de inovação da URI – Campus de Santo Ângelo, o NITT (Núcleo de Inovação e Transferência Tecnológica) foi criado no ano de 2012.

Sendo de sua competência:

  1. Zelar pela manutenção da política institucional de estímulo à proteção das criações, licenciamento, inovação e outras formas de transferência de tecnologia;
  2. Avaliar e classificar os resultados decorrentes de atividades e projetos de pesquisa para o atendimento das disposições da lei 10.973/04 e a lei estadual
  3. Avaliar solicitação de inventor independente para adoção de invenção;
  4. Opinar pela conveniência e promover a proteção das criações desenvolvidas na instituição;
  5. Opinar quanto à conveniência de divulgação das criações desenvolvidas na instituição, passíveis de proteção intelectual;
  6. Acompanhar o processamento dos pedidos e a manutenção dos títulos de propriedade intelectual da instituição;
  7. Proporcionar o desenvolvimento de novas tecnologias;
  8. Divulgar as competências cientificas,produtos tecnológicos da URI/SAN junto com as empresas;
  9. Realizar gestão de projetos sempre que o URI/SAN estiver envolvida juntamente com as empresas conveniadas;
  10. Acompanhar a implantação e a execução dos projetos contratados;
  11. Providenciar o registro e a tramitação de convênios, contratos e documentos que envolvam os projetos de Pesquisa e outras entidades publicas ou privadas
  12. Coordenar ações de cooperação nacional e internacional;
  13. Promover a divulgação dos resultados das pesquisas e da produção cientifica no meio empresarial;
  14. Realizar rodadas de projetos para futura incubação;
  15. Colaborar ativamente para o desenvolvimento regional;
  16. Promover o surgimento de uma maior cooperação institucional entre organizações que atuam na região, bem como um maior engajamento comunitário por parte das mesmas, fortalecendo as parcerias para a promoção do desenvolvimento local/regional;
  17. Estimular o fortalecimento do capital social, promovendo o surgimento de uma cultura mais favorável à cooperação no enfrentamento de problemas que afetam a região, bem como de ações relacionadas com a gestão ambiental;
  18. Buscar que se criem condições para promover o aumento de competitividade das atividades econômicas já existentes, inclusive contemplando a continuidade de ações de promoção empresarial e de apoio a sistemas locais de produção, visando à melhoria da qualidade de vida regional.
  • Equipe

Antônio Vanderlei dos Santos

vandao@santoangelo.uri.br

Fone: 55-33137935

 

Romulo M. de Mello

rmello@santoangelo.uri.br

Fone: 55-33137928

 

Luciana Rockenbach de Moraes

lucir@santoangelo.uri.br

Fone: 55-32016309

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O processo de incubação é um dos mecanismos mais eficazes para lançar e desenvolver novos empreendimentos. No Brasil e no mundo as estatísticas revelam que a taxa de mortalidade de empresas que passam pelo processo de incubação é reduzida de 70% para 20% em comparação com as empresas normais.

A incubadora de empresas estimula o empreendedorismo na medida em que fortalece as empresas em seus primeiros anos de existência e as prepara para sobreviver no mercado. Outra razão para a maior chance de sucesso de empresas instaladas em uma incubadora é a captação dos melhores projetos e a seleção dos empreendedores mais aptos, o que amplia as possibilidades de sucesso dessas empresas.

Normalmente atreladas a alguma instituição de ensino, as incubadoras oferecem uma série de facilidades, como:
– Espaço físico para alojar as empresas;
– Assessoria para a gestão técnica e empresarial;
– Infraestrutura e serviços compartilhados: salas de reunião, telefone, fax, acesso à internet, suporte em informática;
– Acesso a mecanismos de financiamento;
– Possibilidade de ampliar mercados e networking;
– Processo de acompanhamento, avaliação e orientação.

As primeiras incubadoras de empresas no Brasil surgiram na década de 80 e cresceram bastante desde então. Segundo dados do Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologia Avançada), existem hoje 384 incubadoras em atividade com mais de 6 mil empresas vinculadas.

Para participar de uma incubadora é preciso que o negócio tenha viabilidade econômica e técnica e devolvam um produto, serviço ou processo com diferencial competitivo, inovador e que se destaque das soluções existentes no mercado.

Tipos de incubadoras:

Existem diferentes tipos de incubadoras, que são:
– Incubadoras de Base Tecnológica: empresas cujos produtos, processos ou serviços são gerados a partir de resultados de pesquisas aplicadas e nos quais a tecnologia representa alto valor agregado.
– Incubadoras tradicionais: que abriga empresas dos setores tradicionais da economia, as quais detêm tecnologia largamente difundida e queiram agregar valor aos produtos, processos ou serviços.
– Incubadoras mistas: organização que abriga tanto empreendimentos de Base Tecnológica como de Setores Tradicionais.
– Incubadoras sociais: são incubadoras que apoiam empreendimentos oriundos de projetos sociais.
– Incubadoras de Cooperativas: abrigam empreendimentos associativos em processo de formação e/ou consolidação.

Além disso, existem incubadoras de empresas de Agronegócios, Empresas Culturais, de Design, entre outros, que atendem aos setores específicos dos negócios que a compõem.

 

Fontes: https://www.brasil.gov.br/empreendedor/primeiros-passos

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Polo de Modernização Tecnológica das Missões

– Região: Missões

– Área de Atuação: Engenharia de Projetos e Produtos; energia e Meio Ambiente; Processos de Informática Industrial; Diversificação Agropecuária; Qualidade Industrial

– Unidade Executora: Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI – Campus de Santo Ângelo

 

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Dilma anuncia Plano de R$ 32,9 bi para inovação

A presidenta Dilma lança o novo plano em Brasília (Foto: Fábio Torres/FINEP)

A Presidenta Dilma Rousseff acaba de lançar o Plano Inova Empresa, que integra diferentes ministérios e fontes de recursos e vai aplicar R$ 32,9 bilhões em inovação nos próximos anos. O Plano está diretamente alinhado com os esforços da FINEP – Agência Brasileira da Inovação, a principal instituição nacional de financiamento público a projetos de C,T&I, que participou diretamente da formulação de toda a proposta. “Inovar para o Brasil é estar à altura do seu potencial. O Estado hoje dispõe de meios que permitem a indução de desenvolvimento”, disse ela em seu discurso durante o lançamento, que ocorreu em meio à reunião geral da MEI (Mobilização empresarial pela Inovação).

De acordo com Dilma, o Governo Federal buscou integrar ministérios e instituições em uma verdadeira mobilização pela Inovação. “É um grande casamento. E neste união, o meu “dote” é o de promover este encontro de tantos agentes públicos em prol deste tema hoje relevante”, afirmou.

Para a presidenta, o Inova Empresa reproduz a fórmula dos programas sociais Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, que alcançaram sucesso após agregar recursos e ações dispersas do governo. “Isso é inédito na história da política de ciência e tecnologia desse país”, apontou Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, a respeito da concentração de recursos e da participação integrada do governo. O ministro acrescentou que o plano deve receber mais R$ 3,5 bilhões da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel/MC).

“Nas audiências públicas para regulação do setor, a agência está exigindo das empresas investimento em pesquisa e desenvolvimento em telecomunicações, área de importância decisiva para o nosso desenvolvimento”, destacou.

Detalhes do Plano

O plano contém quatro linhas de financiamento a atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I): subvenção econômica a empresas (R$ 1,2 bilhão); fomento para projetos em parceria entre instituições de pesquisa e empresas (R$ 4,2 bi); participação acionária em empresas de base tecnológica (R$ 2,2 bi) e crédito para empresas. Esta última, com disponibilidade de R$ 20,9 bilhões, oferecerá empréstimos com taxas de juros subsidiadas (2,5% a 5% ao ano), quatro anos de carência e 12 anos para pagamento. Os agentes executores são a FINEP, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Banco Nacional Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além dos R$ 32,9 bilhões já programados, o Plano deverá receber um aporte de mais R$ 3,5 bilhões, por meio da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para atividades de P&D no setor de telecomunicações. Os recursos estão condicionados ao término de processos de regulação do setor, atualmente em consulta pública.

Somados os recursos próprios e as iniciativas conjuntas com outras instituições, a FINEP vai operacionalizar cerca de 40% dos recursos anunciados, abrangendo modalidades como crédito e subvenção econômica, além dos financiamentos dedicados a instituições científico-tecnológicas.

“Com este Plano, o financiamento do Governo Federal para inovação tecnológica atingirá um patamar sem precedentes. Estamos dando um salto rumo à consolidação da ciência, tecnologia e inovação como eixo estruturante e sustentado da economia brasileira”, avalia o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, responsável pela articulação do Plano Inova Empresa junto aos demais ministérios envolvidos.

“Não faltarão recursos para quem inova”, afirma o presidente da FINEP, Glauco Arbix. Ele acredita que há uma nova cultura de inovação em curso. “Com este Plano, busca-se criar um ambiente amigável, diminuir a carga de burocracia das empresas e mitigar os esforços entre os diversos agentes envolvidos com a inovação”, explica.

Gestão e estímulos a ações

O Plano Inova Empresa terá um comitê gestor formado pela Casa Civil da Presidência da República, pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, e da Fazenda, além da recém-criada Secretaria da Micro e Pequena Empresa.

O Plano tem a participação ainda de outros oito ministérios: Saúde, Defesa, Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Educação, Trabalho e Emprego, Comunicações, Minas e Energia e Meio Ambiente.

Entre as ações a serem incentivadas nos sete eixos estratégicos estão:

Agropecuária e Agroindústria: insumos; mecanização e agricultura de precisão; genética; rastreabilidade, planejamento e controle de produção agropecuária; sanidade agropecuária e bem-estar animal; equipamentos, tecnologia de alimentos e embalagens com novas funcionalidades.

Energia: redes elétricas inteligentes; veículos híbridos e eficiência energética veicular; tecnologias para gaseificação da biomassa.

Petróleo e gás: tecnologias para a cadeia do pré-sal e para a exploração do gás não convencional.

Saúde: investimentos em oncologia e biotecnologia; equipamentos e dispositivos médicos.

Defesa: propulsão espacial, satélites e plataformas especiais; sensores de comando e controle.

Tecnologia da Informação e Comunicação: computação em nuvem, mobilidade e internet; semicondutores e displays; softwares; banda larga e conteúdos digitais.

Sustentabilidade socioambiental: combate aos efeitos de mudanças climáticas, efeito estufa e poluentes; tratamento de resíduos, águas e solos contaminados; redução do desmatamento da Amazônia; mobilidade e transportes sustentáveis; saneamento ambiental.

 

FINEP: integração de instrumentos e descentralização

Por meio dos programas e editais com participação da FINEP, já é possível se candidatar a uma parcela dos R$ 30 bilhões anunciados pelo Governo Federal. Para facilitar o alcance dos recursos e desenvolver potencialidades locais, a FINEP redesenhou sua política de financiamento e está apostando na integração de instrumentos (próprios e com outras instituições) e na descentralização da aplicação financeira.

Uma das novas ações é o Inova Energia – iniciativa conjunta da FINEP, BNDES e ANEEL com R$ 3 bilhões em recursos totais. O objetivo é selecionar planos de negócios de empresas brasileiras que contemplem projetos de inovação ligados ao setor energético.

Já a política de descentralização empreendida pela Financiadora ganhou mais um componente com o lançamento do INOVACRED. “Pela primeira vez, vamos descentralizar não só a subvenção, como também o crédito. Trabalharemos com agentes estaduais que irão conferir mais capilaridade à nossa atuação”, afirma Glauco Arbix .

Por meio desse programa, a FINEP está selecionando agentes financeiros(Bancos de Desenvolvimento, Agências Estaduais de Fomento e Bancos Estaduais Comerciais com carteira de desenvolvimento), descentralizando a atividade de crédito .

Cada agente terá recursos disponibilizados no valor de até R$ 30 milhões para o financiamento de empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões. A meta é, em cinco anos, financiar quase duas mil empresas inovadoras.

Uma ação de integração de instrumentos e instituições já acontece no Inova Petro, programa que envolve recursos da FINEP (nas modalidades de crédito, subvenção econômica e cooperativo ICT-Empresa) e do BNDES, e conta com apoio técnico da Petrobras. O programa vai despejar R$ 3 bilhões na cadeia de fornecedores do setor de óleo e gás, e um edital já está aberto desde setembro.

Já o TECNOVA, também lançado em setembro, conta com R$ 190 milhões (recursos da subvenção econômica) para aplicação em micro e pequenas empresas. Ele irá possibilitar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos que agreguem valor aos negócios e ampliem seus diferenciais competitivos. O programa será operado por parceiros descentralizados em cada estado da Federação a partir de uma carta convite da FINEP.

 

Fonte: https://www.finep.gov.br/imprensa/noticia.asp?cod_noticia=3151

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